Bolinho sem glúten e vegan

Bolinho de abobrinha, sem glúten, leite e ovos. Receita fácil e que as crianças adoram fazer e comer.

Panqueca

Massa versátil e fácil.

Cuscuz paulista

Uma receita original, sem glúten, sem leite e sem ovo.

Hambúrguer com legumes

Receita ideal para crianças que tem dificuldade de comer legumes.

Pão sem glúten e vegan

Pão sem glúten, leite e ovos. Receita super fácil!

Entender para fazer

Série de publicações que dão dicas de como receber bem alguém com restrições alimentares. Simples e fácil.

Você não tem cara de celíaco.

Mas será que celíaco tem cara?

12 de dez. de 2013

Limoçã ou Maçãnada


O suco da foto é um simples suco de maçã e limão, mas que virou um evento aqui na minha casa.
Um filho queria suco de maçã e outro limonada, daí inventamos o "limoçã" ou a "maçãnada"!
Ficaram tão felizes que tomaram 1 litro numa tacada só.
Resolvi escrever o post só para dizer que suco, ou qualquer outro alimento, pode e deve ser natural, com pouco açúcar e sal, sem corantes e não precisa de personagem nenhum.
A brincadeira rendeu tanto que agora todo suco tem um nome especial, e alguns até direito a super poderes ;)
Então, use a criatividade e transforme um suco simples em uma aventura!

7 de dez. de 2013

Estrogonofe com leite de coco, sem glúten e lactose.


Na festa de aniversário do meu filho servimos estrogonofe para 40 pessoas.
Eu mesma fiz todo o almoço, e os convidados aprovaram!
O bom do estrogonofe é que é um prato fácil e barato. Além disso, como vou explicar mais a frente, pode ser congelado.
Para o almoço de aniversário decidi fazer a receita tradicional, aquela que vai creme de leite. Não quis arriscar com uma receita sem lactose, pois fiquei com receio que alguém estranhasse o sabor.
O estrogonofe de frango foi servido com arroz branco, batata palha e salada verde.
Mas a receita da foto acima é do estrogonofe com leite de coco, eu fiz para testar e todos em casa adoraram.
O sabor do leite de coco fica bem discreto, porém perceptível, o que dá um charme para a receita. 
Para uma versão vegan, podemos substituir o frango por palmito.
Segue a receita, é bem fácil, experimente!

Ingredientes

500g de peito de frango cortado em cubinhos ou tiras
1 xíc. de champignon em conserva 
1 dente de alho espremido
1/2 cebola picada
1 col sopa de limão
1 col. chá cheiro verde picado
sal a gosto
2 col. sopa de óleo de girassol
2 col. sopa de mostarda
4 col. sopa de catchup
1 col. sopa de molho inglês
100ml de leite de coco (*) 
água

Modo de fazer

Em uma tigela misture o frango, cebola, alho, sal e o limão espremido. Cubra e deixa na geladeira por 1 hora.
Coloque o óleo em uma panela e acrescente o frango temperado. Doure o frango só um pouco, para que ele não fique seco. Acrescente o cheiro verde, a mostarda, o catchup e o molho inglês. Se necessário, coloque um pouco de água.
Deixe cozinhar por aproximadamente 10 minutos.
Os cubinhos de frango ficarão envoltos pelo molho. Coloque os champignons e misture.
Acrescente o leite de coco e misture bem. Deixe apurar por mais alguns minutos
Caso seja necessário, corrija os temperos.
Sirva com arroz branco, batata palha e salada verde. 

(*) Na receita tradicional o leite de coco é substituído pelo creme de leite sem soro. Outra opção de substituição é o creme de leite de soja, embora eu ache que a receita fica com um sabor muito alterado por conta da soja.
Se for usar creme de leite ou creme de leite de soja, será necessário 1 caixinha. O leite de coco utilizo uma quantidade menor porque o sabor é mais acentuado, porém se achar necessário acrescente um pouco mais de leite de coco.

Para congelar

Para congelar o estrogonofe, faça a receita normalmente, mas não coloque o leite de coco ou o creme de leite.
Esses ingredientes só devem ser acrescentados quando o estrogonofe for descongelado. Isso evita que o creme de leite talhe e o leite de coco se mantém mais fresco e com melhor sabor.


26 de nov. de 2013

Festa sem glúten ou o resgate da simplicidade

Ser celíaco ou ter qualquer outra restrição alimentar te faz viver fora dos padrões.
E por que ao invés de sofrer e se torturar, nós não aproveitamos essa oportunidade?
No final de semana aconteceu a festa de aniversário do meu filho de 6 anos.
A festa, como sempre, totalmente sem glúten.
Começamos a planejar a festa com um pouco mais de 1 mês de antecedência.
Resolvi fazer um almoço, pois por incrível que pareça, fazer uma refeição para 40 pessoas é muito menos trabalhoso do que fazer salgadinhos diversos.
Em poucos dias fiz tudo e congelei.
Claro que alguns detalhes tem que ser feitos no dia, mas dá para deixar quase tudo pronto.
Mas como nada é perfeito, acontecem os imprevistos.
Mas por sorte, os primeiros a chegar foram os parentes, e todos ajudaram!
Primas enchendo balões, primos arrumando as mesas...tias, tio, avó e avôs colaborando.
A mulherada na cozinha rindo e descongelando o almoço nos fornos.
Deu tudo certo, o almoço foi servido, os convidados aprovaram o cardápio, se divertiram, as crianças correram e brincaram, e o principal, o aniversariante ficou feliz da vida.
No fim da festa, muita gente me disse que fazia tempo que não ia numa festa tão divertida.
Eu que já desconfiava, tive certeza, que apesar de todas as facilidades que um buffet pode oferecer, as vezes, uma festa em casa, feita pela família toda, com todos os imprevistos e todo o trabalho que dá, é muito mais gratificante.
Festas assim permitem que as tias, os avôs, que todos, possam participar de forma mais ativa, mais alegre, resgatam o significado de comemorar o aniversário de alguém.
Elas permitem que tenhamos histórias para contar, coisas engraçadas para lembrar. Enfim quando nos dispomos a fazer, quando ao invés de terceirizar, compartilhamos o trabalho com outros, ganhamos a experiência e um monte de lembranças que vão ficar para sempre conosco.

PS: As receitas de tudo que foi servido na festa estarão em breve aqui no blog.

Cardápio da festa
Estrogonofe com leite de coco, sem glúten e lactose

1 de nov. de 2013

Hidratante para os cabelos, sem glúten, vegan e baratinho!

Hoje resolvi fazer é um post diferente, sobre beleza.
Como eu já escrevi uma vez, a restrição ao glúten vai muito além da dieta, e os cosméticos são uma fonte constante de preocupação, já que as empresas não são obrigadas a informar nos rótulos se contém ou não glúten.
Tenho sempre o cuidado de andar com a minha lupa para poder verificar a composição, mas nem sempre consigo ler ou identificar os componentes.
Além disso, desde que comecei a ler e estudar sobre o veganismo, tenho o cuidado de evitar produtos de empresas que fazem testes em animais.
Confesso que achar produtos sem glúten e sem crueldade não é tarefa fácil. E os preços não são para qualquer bolso.
Mas tenho procurado opções, e esse post é para compartilhar uma receita de hidratante caseiro para os cabelos.
No site do UOL achei uma receita, alterei um pouquinho e testei.
O resultado é excelente, super barato, fácil de fazer e já na primeira aplicação percebi a diferença.
Uma outra informação interessante, é que esse hidratante ajuda também nos casos de queda de cabelo, por conta da biotina, proteína presente na banana.
Segue a receita. Experimente!!!

Hidratante para cabelos, sem glúten e vegan

Ingredientes
1 banana (eu usei uma bem madura)

Modo de fazer
A receita original diz para amassar a banana, mas é melhor bater a banana, no liquidificador ou mixer. Faça uma pasta, assim fica mais fácil de aplicar.

Aplicação
Os cabelos devem estar secos e limpos.
Aplique a pasta de banana no cabelo, comece pelo couro cabeludo e depois vá espalhando ao longo dos fios.
Cubra com plástico filme e com papel alumínio e espere por 40 minutos.
Enxágue com água e depois lave os cabelos normalmente.

Olha o resultado!
Para ver a receita original e outra com abacate acesse o link Máscara Caseira



10 de out. de 2013

Bolacha salgada sem glúten, leite, ovo e soja

Ou como encontrei um blog muito bom


Fazia tempo que eu queria uma receita de bolacha salgada, mas as receitas não me agradavam. Algumas pareciam complicadas demais, outras o resultado não era atrativo, e na maioria os ingredientes eram coisas que eu não gosto ou costumo usar, como emulsificantes ou gomas.
Hoje foi diferente! Encontrei um blog lindo, o Natural Cuisine.
Adorei!! Recomendo, vale muito dar uma olhada nas ótimas receitas. 
A receita que eu fiz foi a Crackers funcionais sem glúten sem lactose, que é também sem ovos.
Fiz algumas mudanças na receita original, porque alguns ingredientes eu não tinha em casa, o tempero também mudei, porque considerei as preferências do pessoal daqui de casa.
E mesmo com todas as mudanças, as bolachinhas ficaram deliciosas.
Além disso, o tempo de preparo é super curto, 10 minutos para fazer a massa e 20 min para assar. Ainda bem, porque numa tarde, eu tive que fazer a receita duas vezes, porque acabou rapidinho.
Segue a receita com as minhas alterações, mas se você tiver oportunidade, faça a receita original, pois imagino que o sabor é maravilhoso.

Bolacha salgada sem glúten, leite, ovo e soja

Ingredientes
1/2 xíc de farinha de arroz
2 colher de sopa de farinha de linhaça dourada
1/2 colher de chá de sal
1/4 de colher de chá de fermento químico
Orégano a gosto
1/4 de xíc. de água
1/2 colher de chá de azeite de oliva

Modo de preparo
Coloque todos os ingredientes secos em uma vasilha e misture bem. Adicione os ingredientes líquidos e misture com as mãos até formar uma massa homogênea.
Eu abri a massa no papel manteiga, deixei a massa bem fina, cortei e depois passei para um assadeira untada e enfarinhada com farinha de arroz.
O forno deve ser pré-aquecido a 180ºC e o tempo para assar é de aproximadamente 20 minutos.
A massa antes de cortar ficou assim...


26 de set. de 2013

Pão de queijo sem glúten, leite, ovo e soja


Isso mesmo, pão de queijo sem glúten, leite, ovo e soja. Ufa!!
Recebo muitos e-mails me perguntando se é possível fazer um pão de queijo assim.
Mas o último e-mail que recebi foi de uma mãe de BH, de quem eu gosto muito, e então fui procurar e testar uma boa receita para o pequeno João.
Pesquisei e encontrei essa receita de pão de queijo vegetal no blog Uma Massafera na cozinha vegan, da minha amiga Lilian.
Aliás, blogs e livros de receitas vegans são ótimas fontes de pesquisa, tem muita receita fácil e que podemos adaptar facilmente.
A receita da Massafera é ótima, eu só fiz algumas pequenas alterações.
No lugar da batata, usei 300g de mandioquinha, polvilho doce no lugar de azedo e não coloquei nenhum queijo vegetal.
Assei por 30 minutos a 180ºC, em forno pré-aquecido.
A receita completa você pode ver lá no blog dela, clique aqui.
Os pãezinhos ficam mais claros que o pão de queijo comum, por isso usei a mandioquinha, assim eles ficam mais amarelinhos, o sabor é divino!
Você pode congelar, mas o difícil é sobrar algum para fazer isso ;)
Outra sugestão é modelar pães maiores, assim dá para fazer sanduíches para levar na lancheira.



2 de set. de 2013

Meninos e os porquinhos cor-de-rosa



Ontem fui em uma loja em que na compra de qualquer produto você ganharia um brinde.
Comprei o que tinha que comprar e no caixa a atendente não me deu o brinde, que era uma esponja de tecido, dessas de bichinhos.
Eu estava com os meus filhos, e com certeza, eles iriam adorar a tal esponja. Pedi o brinde.
A atendente olhou para mim e disse "Só tem rosa."
Eu fiquei olhando para a cara dela e pensando: "E daí?"
Mas guardei para mim e só disse que tudo bem.
Ah! Mas eu quis 2 esponjas, afinal são 2 filhos :)



Hoje, lembrando da fala da atendente, fiquei pensando como as pessoas ficam limitadas a padrões, muitas vezes, nem refletem sobre o que falam e fazem.
Eu sempre acreditei que não existe brinquedos de meninas e meninos, mas nem todo mundo pensa assim. As vezes,  a fala até é essa, mas a prática não.
Vejo coisas que não tem lógica, e mesmo assim as pessoas compram. Um exemplo, jogos de tabuleiro versão para meninos e versão para meninas. Não tem sentido! 
Por que os brinquedos das meninas tem ser rosa com temas que incentivam o consumo desenfreado de moda e beleza, enquanto dos meninos são azuis e voltados para lutas e competições?? 
Agora imagine viver em um mundo assim, cheio de padrões sem sentido, e ter algum tipo de restrição alimentar. Na verdade, qualquer restrição.
Por isso, para tantas pessoas, é tão difícil aceitar e conviver com restrições, porque elas nos fazem mudar o nosso padrão. Você tem que mudar, é obrigado a fazer diferente do que está acostumado, é obrigado a viver de uma forma diferente da maioria das pessoas. 
Aqui em casa, meu filho desde bebê faz a dieta sem glúten, então ele sempre viu eu e o pai cozinhando, falando sobre receitas e ingredientes.
Quando ele tinha 2 anos, adorava brincar que estava cozinhando.
Resolvemos comprar um fogãozinho com panelinhas para ele.
Meu filho adorou, sempre brincou de fazer comidinha, quando as visitas chegavam, fazia uma tapioca de mentirinha e servia. E ainda fica esperando a pessoa falar "Hummm que delícia!"
Mas eu percebia que algumas pessoas estranhavam, torciam o nariz...
E quando meu segundo filho nasceu, ele também  passou a brincar com as panelinhas.
Mas por que deixar meninos brincarem com panelinhas e fogãozinho?
Na brincadeira a criança vivência o seu dia-a-dia, e na minha casa, meu marido ajuda em tudo, faz comida, dá banho nas crianças, vai no mercado...e eles querem ser iguais ao pai.
No mundo de hoje, homens envolvidos com as tarefas da casa tem muito mais chance de serem felizes, pois estão mais de acordo com a realidade e as expectativas das mulheres.
Além disso, precisamos educar nossos filhos para serem homens independentes, que poderão um dia morar sozinhos, sem dependerem de cuidados de mãe, namorada ou empregada.
No caso dos meninos que tem restrição alimentar, criar o hábito de cozinhar e aprender a cozinhar é uma necessidade.
Então, não tenha medo de ensinar seu filho a cuidar do bebê, a limpar a casa e a cozinhar. Porque todo homem precisa saber essas coisas.

Assuntos relacionados

27 de ago. de 2013

Recomeçar - Editado

No último mês, o blog ficou parado porque eu e minha família mudamos. Voltamos para São Paulo.
Morar em Belo Horizonte foi uma experiência de vida, aprendemos muito sobre a cultura e os costumes mineiros.
Mas agora estamos novamente recomeçando, em uma cidade nova, porém bem próxima da capital, o que já é suficiente para nos sentirmos em casa.
Mesmo com a questão da restrição alimentar, a adaptação tem acontecido de maneira bastante tranquila.(Veja a nota de edição no final do post)
Visitamos os mercados para conhecer as farinhas e produtos sem glúten disponíveis, verificar os preços, e tivemos surpresas muito boas, escreverei sobre isso num próximo post.
Continuarei fazendo tudo em casa, por opção, porque eu gosto e acredito ser muito mais saudável.
Também passamos pelo processo de procurar escola para as crianças, e como eu já havia comentado em outra publicação, não é fácil encontrar escolas interessadas realmente nas crianças.
Mas encontramos. Passamos pela fase de adaptação e de orientação em relação a doença celíaca e todos os cuidados que envolvem. E sempre, o assunto que gera mais dúvidas é a contaminação cruzada, seguido de perto pelos materiais que podem ser usados.
Por isso, escrevi uma pequena apostila de orientação para escolas, são linhas gerais para começar a entender e adaptar a rotina, para tornar o ambiente escolar seguro para a criança celíaca.
Usei essa apostila na primeira escola que meus filhos frequentaram, e o resultado foi ótimo. Ajudou a divulgar sobre a doença celíaca, também demonstrou às educadoras e os demais funcionários a importância dos cuidados, que são simples mas pedem atenção constante.
É um texto bastante simples, para alcançar o maior número de pessoas.
Você pode ver a apostila logo abaixo, e se quiser pode utilizá-la, só não esqueça de indicar a fonte, até para que as pessoas possam nos enviar dúvidas, correções ou sugestões.
Mas esse post é só para lembrar, que com ou sem restrição alimentar, a vida é feita de recomeços. 
Recomeços dão trabalho, mas também nos dão oportunidade de corrigir o rumo, de fazer melhor e principalmente, de ser mais felizes.
Por isso, não tenha medo de recomeçar.

***Nota de edição
Infelizmente, dias depois da publicação deste post começaram a surgir inúmeros problemas com a escola, e embora tenhamos nos empenhado para oferecer o maior número possível de informações, nem sempre as pessoas estão dispostas a aprender e aceitar as diferenças.
Por isso, tivemos que procurar uma nova escola.
E para ajudar a todas as famílias, também estou compartilhando outros documentos que podem ajudar muito no treinamento.
Mas não esqueça, não se pode ensinar quem não quer aprender.








21 de jul. de 2013

O que não está rótulo...

No mundo ideal, as empresas fariam rótulos com informações claras, corretas e legíveis.
Porém, a nossa realidade não é essa, e às vezes nos temos que ler as entrelinhas para entender o que estamos comprando.
Outro dia, encontrei um bolo sem glúten, com um rótulo super interessante.
Os ingredientes eram todos comuns, do dia-a-dia, farinhas, ovos, frutas, açúcar e fermento.
A durabilidade era de 7 dias.
E o que chamou a atenção é que o produto não era congelado, nem refrigerado, não estava embalado herméticamente, estava macio e próximo da data de validade.
Mágica não existe, ainda mais quando estamos analisando um produto sem glúten e sem leite. Então, fica difícil acreditar que o rótulo desde produto tenha realmente todas as informações a respeito dele. 
Por isso, é importante que além de ler o rótulo, tenhamos o cuidado de cruzar as informações apresentadas nele, e comparar com o produto que está dentro do pacote.
Fazer essa avaliação pode nos levar a perceber coisas incríveis!
Você vai se surpreender!

10 de jul. de 2013

Feliz dia da pizza!

10 de julho é o dia da pizza, que tal comemorar com uma deliciosa pizza sem glúten e sem leite?
Uma amiga compartilhou no Facebook o link da receita (Obrigada, Michelle!), eu testei e ficou maravilhosa.
Já fizemos algumas vezes aqui em casa, todos aprovaram. 
A receita é fácil, mas a massa precisa descansar, então aconselho deixar a massa pronta com antecedência. 
Um detalhe bastante interessante dessa massa é que ela é de mandioca. 
Aqui em casa, costumo fazer os discos e congelar. Super prático!

Feliz dia da pizza!


Para ver a receita de pizza sem glúten clique aqui