Bolinho sem glúten e vegan

Bolinho de abobrinha, sem glúten, leite e ovos. Receita fácil e que as crianças adoram fazer e comer.

Panqueca

Massa versátil e fácil.

Cuscuz paulista

Uma receita original, sem glúten, sem leite e sem ovo.

Hambúrguer com legumes

Receita ideal para crianças que tem dificuldade de comer legumes.

Pão sem glúten e vegan

Pão sem glúten, leite e ovos. Receita super fácil!

Entender para fazer

Série de publicações que dão dicas de como receber bem alguém com restrições alimentares. Simples e fácil.

Você não tem cara de celíaco.

Mas será que celíaco tem cara?

2 de abr. de 2014

2 de abril: tudo azul!

Dia 2 de abril é o dia mundial da conscientização do autismo, e a cor deste dia é azul.
Até ser diagnosticada com doença celíaca, eu não tinha ideia do que é o autismo.
Porém, por conta de um livro maravilhoso, escrito por uma mãe super dedicada e batalhadora, aprendi um pouco sobre o autismo, e aprendi principalmente que os problemas surgem, mas a diferença está em como você se posiciona diante deles, como enfrenta as dificuldades.
O livro é Autismo, esperança pela nutrição, da Claudia Marcelino. Super recomendo esse livro, não só para quem precisa fazer dietas restritivas, mas também para quem quer entender um pouco sobre o assunto.
A partir deste livro, passei a ler mais sobre o assunto, a conhecer famílias de autistas, e percebi o quanto estamos desinformados sobre tudo isso. 
E a falta de informação gera muito preconceito e sofrimento para o autista. 
E eles não são poucos, segundos estatísticas americanas, a incidência é 1 em cada 68 crianças
E não sabemos conviver com eles, não entendemos o que essas famílias precisam, não sabemos nem como é feito o diagnóstico...
Então que o dia de hoje seja para levar a informação para todos, que mais pessoas possam começar hoje a entender um pouco mais sobre o autismo, e entender principalmente que o autista não vive em um outro mundo, ele está aqui, conosco e precisa da nossa atenção, respeito e ajuda
Beijos azuis!!!

Para saber mais:


Cozinha sem glúten e sem leite - Claudia Marcelino


Lagarta vira pupa



28 de mar. de 2014

Brigadeiro sem leite condensado


Precisava fazer brigadeiro para meu filho levar na festinha de aniversário da escola, mas não tinha leite condensado em casa.
Sugeri para os meninos que podíamos procurar uma receita de brigadeiro diferente, porque eu já tinha ouvido falar de brigadeiro sem leite condensado, mas não fazia ideia de quais eram os ingredientes.
Pesquisamos na internet e achamos um vídeo maravilhoso, de umas meninas fazendo o tal brigadeiro.
Os meninos viram o vídeos várias vezes, e riam muito, porque as meninas são muito divertidas e espontâneas, o resultado é um vídeo bem engraçado.
Fizemos a receita do jeitinho que ela explicam, mas substituímos o leite de vaca por leite de arroz e castanha do pará, a manteiga por margarina e o açúcar por mascavo.
O resultado é perfeito! Não é um brigadeiro para enrolar, mas para comer de colher ou servir em copinho. O sabor é delicioso! E ainda conseguimos fazer um brigadeiro vegan.
Aqui em casa as crianças já me pediram para fazer sempre esse ao invés do tradicional.
Outra grande vantagem é que essa versão é menos calórica.
Abaixo você tem a minha versão da receita e também pode assistir o vídeo das meninas, vale a pena. 

Ingredientes

1 e 1/2 xíc. de leite de arroz e castanha do pará ( ou qualquer outro leite vegetal)
2 col. de sopa de açúcar mascavo
4 col. sopa de cacau em pó
2 col. de sopa de margarina sem sal ( imagino que com óleo de coco também dê certo e fique mais saudável)

Modo de fazer

Em uma panela coloque o leite, o açúcar mascavo, o cacau e misture. Leve ao fogo médio, dissolva bem e acrescente a margarina.
Mexa sempre, cuidado para não deixar queimar. No vídeo as meninas mostram o ponto que deve ficar o brigadeiro. Para conseguir o ponto, levei em torno de 20 minutos.
Assim que tiver engrossado, coloque em um prato e deixe esfriar. Depois leve à geladeira.


7 de mar. de 2014

Receitas de leite vegetal


Nesse post vou explicar com fazer o leite vegetal na máquina, mas se você não tem, não desanime, aqui neste link você encontra uma receita de leite de amêndoas, pode fazer que é ótima!
Com a máquina fica um pouco mais prático e fácil de fazer o leite vegetal. Abaixo você encontra duas receitas de leite, uma é minha e a outra da minha amiga Juliana.
O copo de medida é o que vem junto com a máquina e os grãos não precisam ficar de molho.
Utilize sempre o copo de medida, assim você pode ir ajustando as medidas de acordo com o seu gosto.
Ah! E se você vai usar a sua máquina pela primeira vez, não esqueça de ler o manual com atenção.

Receita I

Ingredientes
arroz integral
6 ou 8 amêndoas
coco ralado ( desidratado e sem açúcar)
1 colher de chá essência de baunilha branca (opcional, utilizo a branca para não alterar a cor do leite)
açúcar
água

Modo de preparo
Coloque o arroz integral no copo de medida até a marca de 1/2, acrescente as amêndoas e complete com o coco ralado até a marca de 1.
Despeje na máquina o conteúdo do copo medida e acrescente água até a marca de "MAX".
Ligue a máquina e escolha a opção "Sementes/Grãos", depois a opção "Confirme".
Agora é só esperar 25 minutos, quando a máquina apitar, desligue o cabo de energia e coe o leite.
Cuidado, porque ele vai estar muito quente.
O rendimento é em torno de 1250ml, acrescente ao leite coado, açúcar e a essência de baunilha. Misture.
Está pronto o leite vegetal!


Receita II

Ingredientes
1 colher de sopa de flocos amaranto
Arroz integral
1 e 1/2 de chá  de essência de baunilha 
1/2 colher de chá de stévia
água

Modo de preparo
Coloque no copo de medida o amaranto, e complete até a metade do copo de medida com arroz integral.
Acrescente água até a marca de "MAX". Ligue a máquina  e escolha a opção "Sementes/Grãos", depois a opção "Confirme".
Quando estiver pronto, coe o leite, coloque na jarra que vem junto com a máquina, acrescente a essência, stévia e complete de água quase até a borda. Misture.
Está pronto para servir.


Dicas
  • Para variar o sabor do leite de arroz troque as amêndoas por castanhas-do-pará, amaranto, avelã, quinoa, etc. Ou depois de pronto, bata o leite com frutas. O da foto é um milk-shake de morango.
  • É possível fazer outros leites vegetais, como leite de amêndoas, castanha-do-pará, gergelim, etc. 
  • Deixo o leite pronto na noite anterior, assim de manhã temos leite bem geladinho.



25 de fev. de 2014

Hambúrguer de lentilhas da Veganana

Semana passada meu filho trouxe um punhado de feijões e um punhado de lentilhas da escola. 
Era uma atividade do projeto de alimentação saudável, e nós tínhamos que fazer para ele experimentar.
Feijão ele já come normalmente, mas lentilha ele comia quando bem pequeno, depois passou a rejeitar.
Pensei em fazer algo diferente, para que os meninos voltassem a ter interesse na lentilha. Lembrei do blog Veganana, eu já tinha visto algumas receitas de hambúrguer por lá.
O blog da Lori é ótimo, só tem receita boa. Nem todas são sem glúten, mas tem muita, muita receita para celíacos.
No dia, eu só tinha o punhado de lentilhas da escola, então eu fiz um mix de lentilha e feijão carioca para poder fazer o hambúrguer.
Mudei também os temperos, afinal o objetivo era agradar os meninos.
Diferente da receita original, eu amassei bem com o garfo os grãos cozidos, porque criança geralmente não gosta de pedacinhos. E também não acrescentei a farinha de milho na massa, só a usei para empanar, mas bem de leve.
Pegava um pouquinho da massa e passava rapidamente na farinha e depois modelava o hambúrguer.
O resultado ficou excelente!
Os meninos adoraram, já repeti a receita algumas vezes, sempre variando os grãos, fiz só com feijão, só  com lentilha...
Aqui em casa se tornou uma ótima opção, porque os meninos não comem carne vermelha, mas adoram a ideia de comer hambúrguer.
Obrigada Lori!!


Massa do hambúrguer, fácil de modelar.














6 de fev. de 2014

Compaixão e felicidade

Segundo o dicionário, compaixão significa
"Sentimento de pesar que nos causam os males alheios, bem como uma vontade de ajudar o próximo.Sentimento de simpatia ou de piedade para com o sofrimento alheio, associado a vontade ou ao desejo de auxiliar de alguma forma."
Mas qual a relação entre compaixão e felicidade? 
Outro dia assisti um documentário muito bom, "Você é feliz?", o título original é "Happy", e a questão "O que é ser feliz?" é abordada de uma forma bastante interessante e prática.
Entre outras coisas, o que mais nos aproxima da felicidade, é o fato de nos aproximarmos uns dos outros. E compaixão e empatia são peças fundamentais para isso.
Já escrevi sobre empatia, leia aqui.
Quanto menos egocêntricos e egoístas conseguimos ser, mais próximos da felicidade nos encontramos.
Conseguir pensar e tomar ações em prol de outras pessoas, mesmo que não sejam da sua família ou do seu grupo de amigos, se preocupar com o bem estar coletivo, abrir mão de alguns confortos a favor da preservação da natureza, e principalmente, entender de verdade a importância de tudo isso.
Conversando outro dia com minhas amigas, surgiu a questão: "Alguém pode deixar de ser vegan?"
Já escrevi aqui no blog sobre Vegan, e o significado de se adotar esse estilo de vida. Eu não acredito que alguém que é vegan e realmente entende o significado disto, possa voltar atrás.
Quando começamos a enxergar é impossível fechar os olhos, mesmo quando desejamos não ver. É impossível.
Voltar atrás, é prova que de não houve entendimento. É provável que a decisão tenha sido tomada por motivos pessoais e/ou sociais, que em nada se relacionam com o verdadeiro significado de ser vegan.
E o mesmo vale para a compaixão, podemos conhecer o significado da palavra, saber o que precisa ser feito, e até fazer. Porém, a felicidade que a compaixão pode nos proporcionar, só poderá ser aproveitada se realmente sentirmos compaixão.
É irônico, mas só podemos receber se não esperamos nada em troca.
Porém se lembramos que vivemos em uma sociedade onde tudo tem uma finalidade, uma função, e a felicidade é item de consumo, ah! Daí tudo isso faz muito sentido.
Infelizmente não encontrei o documentário online, mas você pode assistir esse pequeno vídeo no qual o diretor, Roko Belic, fala sobre como a empatia e a compaixão são fundamentais para a felicidade.
Se quiser assistir o documentário completo clique neste link 








1 de fev. de 2014

Como conviver com Elinor e Marianne?

O título é só uma brincadeira com os personagens do livro ( tem também o filme) Razão e sensibilidade, de Jane Austen.
Na estória, Elinor representa a razão, sempre rígida, contida, observadora e controlada. E sua irmã, Marianne é a sensibilidade, totalmente emocional, impulsiva, transparente e imatura.
Eu adoro! Mas as duas, em alguns momentos, irritam.
E ainda tem uma irmã mais nova, Margareth, que entendo como a fantasia. Afinal entre a lógica e os sentimentos, ainda existe aquilo que fantasiamos...
No livro, as coisas só começam a dar certo quando elas começam a encontrar um equilíbrio, mas sem perderem suas características.
Mas o que isso tem a ver com restrições alimentares?
Sabemos que só aprendemos aquilo que tem sentido e significado.
Para que uma criança aprenda, é preciso vivenciar, ver acontecer, é preciso envolvê-la no assunto.
Precisamos que a informação chegue até a criança de maneira lógica e clara, mas ao mesmo tempo, e necessário que ela tenha algum significado prático e afetivo, só assim essa informação se transformará em conhecimento.
O processo de explicar uma restrição à criança é esse. Ele não acontece em um único momento, numa conversa de 15 minutos. Vai muito além, o conhecimento sobre a restrição está no dia-a-dia, em situações corriqueiras, como preparar a lancheira ou fazer compras no mercado.  Não só o fazer, mas o como, com qual sentimento se realiza.
Embora a nossa sociedade cultue que ser feliz é  ser perfeito e sem limites. Olha aí, encontramos a fantasia!
A realidade é que todos somos imperfeitos e todos temos restrições, mas ainda assim podemos ser felizes.
E os pais precisam aprender isso, para que as crianças possam se desenvolver com tranquilidade.
Não adianta "saber" com a cabeça, mas não se sentir assim. Elinor e Marianne não podem viver em conflito.
Como eu já escrevi em outro texto, o exemplo arrasta. Só que o exemplo não pode ser mecânico, teatral. Ele tem que ser verdadeiro, sincero e natural.
Arraste seu filho pelo exemplo, mas cuidado para onde o leva.
Você não gosta do pão sem glúten que seu filho come? Que tal procurar junto com ele, outras receitas ou marcas de pães que agradem mais o paladar? Reclamar ou fingir não são boas soluções.
A decisão de toda família acompanhar a criança na sua dieta, deve ser uma decisão racional, porém pautada no que a sua sensibilidade lhe indica.
Somente equilibrando a razão e a sensibilidade poderemos ser pais melhores, e mais conscientes das reais necessidades dos nossos filhos.


31 de jan. de 2014

Bolo vegan de morango, sem glúten


Esse bolinho aqui em casa ficou conhecido como bolinho de nuvem, ele é bem macio e leve.
Mesmo que você não esteja acostumado com as opções vegans e sem glúten, vai adorar e repetir.



Ingredientes
3 col. de sopa de farinha de linhaça dourada
3 col. sopa de água
1/2 xíc. do resíduo que sobra do leite vegetal (opcional)
3/4 xíc. de óleo de girassol
3/4 xíc. açúcar mascavo ou cristal
3/4 xíc. de leite de arroz ou amêndoas batido com morangos
1 pitada de sal
3/4 xíc. de farinha de arroz
3 morangos
1 col. de sopa de fermento químico

Modo de preparo
Coloque no liquidificador todos os ingredientes, exceto a farinha de arroz e o fermento.
Caso você não tenha o resíduo, acrescente 1/4 xíc. de farinha de arroz.
Bata bem e acrescente a farinha de arroz, bata mais um pouco e depois coloque o fermento. Use a tecla pulsar.
Distribua a massa em forminhas e leve para o forno pré-aquecido a 180ºC por aprox. 20 min, faça o teste do palito.

29 de jan. de 2014

Bolo de milho


Logo no início da dieta sem glúten eu queria fazer um bolo fácil, comum e que fosse naturalmente sem glúten, lembrei dos bolos de fubá.
Procurei algumas receitas, mas só encontrava bolo de fubá com farinha de trigo.
Pesquisei bastante e achei uma receita que tinha trigo, mas que eu achei que poderia adaptar.
Depois de algumas tentativas, consegui fazer um bolo maravilhoso e super fácil.
Ah! E consegui fazê-lo também sem leite!
Esses dias, fiz a receita e descobri uma coisa interessante, a textura do bolo muda muito dependendo da marca da farinha de milho.
Mas independente da farinha, o resultado é sempre muito bom.
Você pode fazer algumas variações desse bolo, colocando recheios como goiabada ou geleia.
Ou comer uma fatia do bolo simples, com um café ou chá...fica uma delícia!

Ingredientes
4 ovos
200 ml de leite de coco
200 ml de água
1/2 xíc. de óleo
1 xíc. de açúcar
2 xíc. de farinha de milho pré-cozida
1 col chá de sal
1 col. sopa de fermento
50 g de coco ralado




Modo de preparo
No liquidificador coloque os ovos, a água, o leite de coco, óleo, sal e açúcar. Bata bem.
Acrescente a farinha e bata mais um pouco.
Coloque o fermento e o coco ralado e utilize a tecla pulsar.
Despeje a massa em forma untada e enfarinhada com a farinha de milho e leve ao forno pré-aquecido a 180ºpor aprox. 40 minutos. Faça o teste do palito.

22 de jan. de 2014

Cupcake super macio, sem glúten, lactose e soja


Nesse final de semana foi o aniversário do meu filho, ele escolheu o homem aranha com tema.
E ficou radiante ao ver o bolo e os cupcakes com seu personagem preferido.
A decoração conta muito, e mesmo com pouca grana dá para fazer coisas legais e bonitas. Use a internet a seu favor e faça uma boa pesquisa de preços.
Os cupcakes são resultado de uma receita que criei, e passei a utilizar o resíduo que sobra quando faço leite na máquina, lembra da nossa vaquinha?
Mas não se preocupe, se você não tiver o resíduo, também é possível fazer a receita.
As fotos lindas desse post foram um presentinho do pessoal da Arte com Origami, obrigada!!

Ingredientes
3 ovos
1 col. de sopa de farinha de linhaça dourada
1/2 xíc. do resíduo que sobra do leite vegetal
3/4 xíc. de óleo de girassol
3/4 xíc. açúcar mascavo
3/4 xíc. de leite de arroz ou amêndoas
1 pitada de sal
1 maçã 
1 col. chá de essência de baunilha (opcional)
1/2 xíc. de chocolate em pó (opcional)
1 xíc. de farinha de arroz
1 col. de sopa de fermento químico

Modo de preparo
Coloque no liquidificador todos os ingredientes, exceto a farinha de arroz e o fermento.
Bata bem e acrescente a farinha de arroz, bata mais um pouco e depois coloque o fermento. Use a tecla pulsar.
Distribua a massa em forminhas e leve para o forno pré-aquecido a 180ºC por aprox. 20 min, faça o teste do palito.





Se você não tiver o resíduo para acrescentar na massa, substitua por 1/2 xíc. de farinha de arroz. 

20 de jan. de 2014

Sorvete de banana vegan, sem glúten, soja e açúcar

Essa receita de sorvete de banana é super fácil, e você só precisa de bananas!
No verão do ano passado, uma amiga compartilhou comigo essa receita, estava em inglês e a gente desconfiou se realmente daria certo. Eu fiz e deu muito certo!
Experimente!!








Ingredientes
Bananas

Modo de fazer
Corte as bananas em rodelas e coloque no freezer.
Quando estiverem congeladas, bata no liquidificar até ficar cremoso.
Sirva imediatamente.