Bolinho sem glúten e vegan

Bolinho de abobrinha, sem glúten, leite e ovos. Receita fácil e que as crianças adoram fazer e comer.

Panqueca

Massa versátil e fácil.

Cuscuz paulista

Uma receita original, sem glúten, sem leite e sem ovo.

Hambúrguer com legumes

Receita ideal para crianças que tem dificuldade de comer legumes.

Pão sem glúten e vegan

Pão sem glúten, leite e ovos. Receita super fácil!

Entender para fazer

Série de publicações que dão dicas de como receber bem alguém com restrições alimentares. Simples e fácil.

Você não tem cara de celíaco.

Mas será que celíaco tem cara?

31 de jul. de 2014

Conhecendo o método Padovan

Post de blog não é livro, eu sei. Porém este aqui é dedicado a três pessoas especiais.
A primeira vez que ouvi sobre o método Padovan, foi com a Dra. Gizelle, ótima pediatra, que olhou para os meus filhos com atenção e carinho. 
Foi através das indicações dela que conheci a história da criadora do método, Beatriz Padovan, e me encantei!
E finalmente conheci a Regina, fonoaudióloga super dedicada e que se tornou uma amiga querida.
Esse post é uma forma de agradecer e também de divulgar um método que pode ajudar muitas pessoas.



Nossa experiência com o método Padovan

Antes de conhecer o método Padovan, levei meu filho a uma fonoaudióloga tradicional, e já de cara, na avaliação, me questionei se aquilo realmente funcionaria.
Após três sessões e exercícios em casa, tinha certeza que aquele não era o melhor caminho para o meu filho.
Eu sabia que faltava alguma coisa, algo que fosse além da repetição de palavras e jogos.
Eu sentia que essas ações trabalhavam as consequências ou sintomas, mas não chegavam nem perto do problema real, da causa.
A pediatra já havia me falado do método Padovan, e resolvi pesquisar para entender como funcionava.
Primeiro li sobre a criadora do método, Beatriz Padovan.
Em 1964, Beatriz, então pedagoga Waldorf, descobriu que alguns de seus alunos apresentavam dislexia.
A pedagoga resolveu voltar à faculdade, e iniciou o curso de Fonoaudiologia na Escola Paulista de Medicina para tentar ajudar seus pequenos alunos.
Infelizmente, as respostas que ela tanto desejava não estavam lá. Beatriz então direcionou suas pesquisas para o estudo antroposófico, e enfim criou o método que leva o seu nome.
Adorei a história da criação, o olhar sensível e cuidadoso da Beatriz Padovan com os seus alunos me cativou.
O método Padovan consiste em refazer as fases do desenvolvimento neurológico, habilitando e reabilitando o sistema nervoso. 
Pensei: "É claro!!". 
A forma como o método funciona para mim é lógico e óbvio. 
Faz todo sentido. Esse método só pode funcionar mesmo!
Procuramos a fonoaudióloga com formação Padovan, e enfim eu e o meu marido ouvimos uma avaliação que estava de acordo com o que observávamos.
Descobrimos que dificuldades de coordenação, podem influenciar no desenvolvimento da fala.
Neste método também fazemos exercícios em casa, mas são tarefas que fazem sentido, que estão dentro de uma lógica e um contexto. Conseguimos entender o por quê daquele exercício.
Com trabalho e dedicação, em alguns meses observamos progressos incríveis na coordenação, e consequentemente na fala.
Por isso, se você sente insegurança na terapia que você ou seu filho fazem, pesquise, se informe. Muitas vezes, existem outras opções.
Cada indivíduo é único, e por isso nem sempre todos se adequam aos métodos ditos tradicionais, as vezes é preciso ir além, e descobrir novos caminhos.

Para conhecer mais sobre o método Padovan acesse o site Método Padovan.


28 de jun. de 2014

Bolo de chocolate sem glúten e vegan

As crianças queriam bolo de chocolate, fiz esse. Ficou muito bom, e acabou muito rápido.

Ingredientes

1/2 xíc. de óleo ( usei óleo de girassol)
3 col. de sopa de farinha de linhaça dourada
1 maçã descascada e picada
3/4 leite vegetal (usei leite de amêndoas)
3/4 xíc. de açúcar mascavo
1 pitada de sal
1,5 xíc farinha de arroz
1/4 xíc. de fécula de batata
1/4 xíc. de polvilho
1/2 xíc. de chocolate
1 col. de sopa de fermento químico

Modo de preparo

Em uma tigela misture as farinhas. Reserve.
No liquidificador coloque o óleo, a maçã picada, a farinha de linhaça, o açúcar e o sal. Bata bem.
Despeje a mistura do liquidificador na tigela com as farinhas.
Misture delicadamente com uma colher. Não bata.
Acrescente o fermento e misture.
Coloque a massa em forma untada e enfarinha com farinha de arroz.
Asse em forno pré-aquecido a 180ºC, por cerca de 30min, ou até o teste do palito ficar ok.

17 de jun. de 2014

Compartilhar a lanterna

tela: Dias Guillet             
A estória "A menina da lanterna" está relacionada com a Festa das Lanternas, que acontece no inverno.
Conheci a estória da menina recentemente, em uma festa da escola dos meus filhos. E vi nela algo que pode ajudar a todos, e em especial, quem está se sentindo perdido diante de grandes mudanças...
Esse conto é recheado de simbolismo, e é usualmente contado repetidas vezes para as crianças, para que elas consigam absorver aos poucos os seus significados.
E para os adultos?
Para os adultos é um lembrete, do que já conhecemos, mas esquecemos de fazer: domar nossos instintos, manter a vontade, a ação e os sentimentos unidos em um propósito, manter nossa luz brilhando e principalmente, levá-la a quem precisa.

A menina da lanterna

 Era uma vez uma menina que carregava alegremente sua lanterna pelas ruas. De repente chegou o vento e com grande ímpeto apagou a lanterna da menina.
Ah! Exclamou a menina. – Quem poderá reacender a minha lanterna? Olhou para todos os lados, mas não achou ninguém. Apareceu, então, uma animal muito estranho, com espinhos nas costas, de olhos vivos, que corria e se escondia muito ligeiro pelas pedras. Era um ouriço.
Querido ouriço! Exclamou a menina, - O vento apagou a minha luz. Será que você não sabe quem poderia acender a minha lanterna? E o ouriço disse a ela que não sabia, que perguntasse a outro, pois precisava ir pra casa cuidar dos filhos.
A menina continuou caminhando e encontrou-se com um urso, que caminhava lentamente. Ele tinha uma cabeça enorme e um corpo pesado e desajeitado, e grunhia e resmungava.
Querido urso, falou a menina, - O vendo apagou a minha luz. Será que você não sabe quem poderá acender a minha lanterna? E o urso da floresta disse a ela que não sabia, que perguntasse a outro, pois estava com sono e ia dormir e repousar.
Surgiu então uma raposa, que estava caçando na floresta e se esgueirava entre o capim. Espantada, a raposa levantou seu focinho e, farejando, descobriu-a e mandou que voltasse pra casa, porque a menina espantava os ratinhos. Com tristeza, a menina percebeu que ninguém queria ajudá-la. Sentou-se sobre uma pedra e chorou.
Neste momento surgiram estrelas que lhe disseram pra ir perguntar ao sol, pois ele com certeza poderia ajudá-la.
Depois de ouvir o conselho das estrelas, a menina criou coragem para continuar o seu caminho.
Finalmente chegou a uma casinha, dentro da qual avistou uma mulher muito velha, sentada, fiando sua roca. A menina abriu a porta e cumprimentou a velha.
- Bom dia querida vovó – disse ela
- Bom dia, respondeu a velha.
A menina perguntou se ela conhecia o caminho até o Sol e se queria ir com ela, mas a velha disse que não podia acompanhá-la porque ela fiava sem cessar e sua roca não podia parar. Mas pediu a menina que comesse alguns biscoitos e descansasse um pouco, pois o caminho era muito longo. A menina entrou na casinha e sentou-se para descansar. Pouco depois, pegou sua lanterna a continuou a caminhada.
Mais pra frente encontrou outra casinha no seu caminho, a casa do sapateiro. Ele estava consertando muitos sapatos. A menina abriu a porta a cumprimentou-o. Perguntou, então se ele conhecia o caminho até o Sol e se queria ir com ela procurá-lo. Ele disse que não podia acompanhá-la, pois tinha muitos sapatos para consertar. Deixou que ela descansasse um pouco, pois sabia que o caminho era longo. A menina entrou e sentou-se para descansar. Depois pegou sua lanterna e continuou a caminhada.
Bem longe avistou uma montanha muito alta. Com certeza, o Sol mora lá em cima – pensou a menina e pôs-se a correr, rápida como uma corsa. No meio do caminho, encontrou uma criança que brincava com uma bola. Chamou-a para que fosse com ela até o Sol, mas a criança nem responde. Preferiu brincar com sua bola e afastou-se saltitando pelos campos.
Então a menina da lanterna continuou sozinha o seu caminho
Foi subindo pela encosta da montanha. Quando chegou ao topo, não encontrou o Sol.
- Vou esperar aqui até o Sol chegar – pensou a menina, e sentou-se na terra.
Como estivesse muito cansada de sua longa caminhada, seus olhos se fecharam e ela adormeceu.
O Sol já tinha avistado a menina há muito tempo. Quando chegou a noite ele desceu até a menina e acendeu a sua lanterna.
Depois que o sol voltou para o céu, a menina acordou.
- Oh! A minha lanterna está acessa! – exclamou, e com um salto pôs-se alegremente a caminho.
Na volta, reencontrou a criança da bola, que lhe disse ter perdido a bola, não conseguindo encontrá-la por causa do escuro. As duas crianças procuraram então a bola. Após encontrá-la, a criança afastou-se alegremente.
A menina da lanterna continuou seu caminho até o vale e chegou à casa do sapateiro, que estava muito triste na sua oficina.
Quando viu a menina, disse-lhe que seu fogo tinha apagado e suas mãos estavam frias, não podendo, portanto, trabalhar mais. A menina acendeu a lanterna do artesão, que agradeceu, aqueceu as mãos e pôde martelar e costurar seus sapatos.
A menina continuou lentamente a sua caminhada pela floresta e chegou ao casebre da velha. Seu quartinho estava escuro. Sua luz tinha se consumido e ela não podia mais fiar. A menina acendeu nova luz e a velha agradeceu, e logo sua roda girou, fiando, fiando sem cessar.
Depois de algum tempo,a menina chegou ao campo e todos os animais acordaram com o brilho da lanterna. A raposinha, ofuscada, farejou para descobrir de onde vinha tanta luz. O urso bocejou, grunhiu e, tropeçando desajeitado, foi atrás da menina. O ouriço, muito curioso, aproximou-se dela e perguntou de onde vinha aquele vaga-lume gigante. Assim a menina voltou feliz pra casa.

10 de jun. de 2014

Sopa cremosa de abóbora, sem glúten e sem leite




Com esse frio o bom é tomar uma sopa bem quentinha. Mas eu queria uma sopa cremosa...
Fiquei pensando como poderia fazer sem utilizar leite. Veio então uma ideia que deu muito certo. 
A receita rápida e super fácil de fazer é uma delícia! Experimente!

Ingredientes

400 g de abóbora cortada em cubos
2 batatas médias cortadas em cubos *
água
sal 
cheiro verde
alho poró

Modo de fazer

Em uma panela coloque a abóbora e as batatas e cubra com água, acrescente o sal.
Deixe cozinhar até ficarem macias. 
Bata no liquidificador até ficar uma mistura cremosa.
Volte a sopa para a panela, acrescente os temperos, corrija o sal, e deixe apurar.

Dica
* Você pode substituir as batatas por inhame, cará ou mandioca.  


23 de mai. de 2014

Assine o manifesto para garantir alimentos seguros


Na realização do teste de glúten em alimentos, a PROTESTE encontrou um produto que diz não conter glúten, mas que, na verdade, tem. Isso representa um grande risco para as pessoas com doença celíaca! Por isso, a PROTESTE precisa da sua ajuda e da sua assinatura para pressionar a Anvisa a determinar a concentração máxima de glúten em produtos que se denominem “livres de glúten”. 

Assine o manifesto para garantir alimentos seguros!
Para assinar clique aqui.

15 de mai. de 2014

O que você sente se comer glúten?

Toda vez que conto a alguém que sou celíaca, e que não posso comer nada que tenha trigo, aveia, cevada, centeio ou malte, as pessoas me perguntam o que eu sinto ou o que acontece se eu comer glúten.
É bem difícil explicar, porque são tantos sintomas, e variam bastante. Algumas vezes, eu mesma tenho dificuldade de identificar. Os sintomas são parecidos com uma virose, ou como nos sentimos no final de um dia muito trabalhoso.
Porém a Nadia, do blog Barcelona sin gluten, conseguiu listar 35 sinais de contaminação por glúten, eu acrescentei mais 2 sinais que são bastante comuns também.
A lista ajuda não só os celíacos, mais também os familiares e professores a identificarem quando as crianças celíacas estão contaminadas. Veja abaixo os sinais:
  • Fadiga extrema;
  • dor articular;
  • inchaço abdominal ou em todo corpo;
  • retenção de líquidos que pode durar dias;
  • dor abdominal;
  • sede extrema;
  • problemas de concentração e memória;
  • gases;
  • alterações de humor: irritabilidade, emotividade excessiva, vulnerabilidade, depressão;
  • sintomas de gripe;
  • queda da temperatura, mas você se sente febril; 
  • problemas de pele e lesões;
  • náusea;
  • diarreia;
  • episódios de epilepsia;
  • dor no peito;
  • síndrome das pernas inquietas;
  • zumbido nos ouvidos;
  • tontura;
  • palpitações, taquicardia;
  • sudorese;
  • lesões na boca, gengivas inflamadas, aftas ou surtos de herpes;
  • ganho de peso;
  • agravamento de patologias associadas, lúpus, artrite, fibromialgia, outras alergias e intolerâncias alimentares;
  • asma;
  • dormência dos pés, mãos, áreas dispersas do corpo e até mesmo o rosto;
  • ansiedade para comer Junk food / mais glúten;
  • sentimento de Síndrome Pré-Menstrual; 
  • sinusite, rinite;
  • enxaqueca;
  • refluxo gastroesofágico; 
  • prisão de ventre;
  • olhos secos, prurido, lacrimejantes e avermelhados;
  • dor nas costas, ciática;
  • sacroileíte;
  • alteração do ciclo menstrual;
  • queda de cabelo.

Para ler o texto original na íntegra acesse  "Que siente um celiaco cuando se intoxica"
ou a tradução completa em "35 sinais de contaminação por glúten" , no blog Dieta sem glúten.

11 de mai. de 2014

Fazer o bem, simples assim

Na sexta-feira fui na minha primeira festa do dia das mães, e foi muito especial.
Especial porque foi a primeira vez que meu filho preparou junto com a professora e os amigos uma festa para celebrar essa data, e ele estava radiante com isso, e também porque pudemos perceber que fizemos as escolhas certas.
Ele ficou dias tentando guardar segredo do que estavam fazendo na escola, só contava para o pai.
A escola nos avisou que seria realizado um café-da-manhã, e eu já fiquei pensando o que poderia levar...
Enviei um recado para a professora, e fui surpreendida por uma mensagem que dizia para não me preocupar, porque ela mesma faria um prato sem glúten, com todos os cuidados para evitar a contaminação cruzada.
Fiquei tão surpresa e feliz, que nem sabia como responder a mensagem.
Comentei com minhas amigas, e elas me disseram que gostariam de conhecer essa escola com pessoas tão raras.
O dia da festa chegou, e tudo colaborou para ser uma festa linda. Apesar do friozinho, a manhã estava ensolarada.
As crianças cantaram músicas lindas, que me emocionaram bastante.
Depois todos juntos fomos nos servir do maravilhoso café-da-manhã.
Meu filho contou que ajudou a professora, eles fizeram sequilhos e pão-de-queijo sem queijo, tudo perfeito!
Mais tarde, conversando com meu marido, concluímos que apesar das dificuldades que enfrentamos até chegar a esta escola, fizemos o caminho certo.
Alguém que você acabou de conhecer e que se dispõe a fazer algo por você, é realmente uma pessoa rara. E o mais legal é que as educadoras não fizeram por obrigação, fizeram porque para elas isso é o óbvio.
É bom saber que meus filhos estão convivendo e sendo educados em um ambiente tão acolhedor e fraterno, onde as diferenças são aceitas com naturalidade e compaixão.
E eu só posso agradecer por minha família poder participar deste grupo iluminado.
Feliz dia das mães!!

9 de mai. de 2014

O problema não é a restrição alimentar, é a omissão

Um assunto recorrente em e-mails, grupos de apoio e das redes sociais é o bullying que crianças com restrição alimentar sofrem na escola.
O que chama a atenção, é que independente da idade dos envolvidos, crianças, adolescente e jovens, o roteiro é sempre o mesmo.
Os educadores tendem a minimizar as agressões, e até mesmo ignorar. Desta forma a direção da escola também não age, afinal o educador, que é o adulto mais próximo não vê aquele comportamento como problema.
A família dos agressores muitas vezes nem imaginam que o comportamento do filho é inadequado, porque estão alheios ao que acontece na escola, ou por acreditarem que ser agressivo é uma característica de vencedores e líderes.
Os familiares da vítima também demoram para se dar conta do problema, e quando ficam cientes do problema, já justificam a perseguição com a restrição alimentar.
Mas quando se diz "Meu filho é perseguido porque é celíaco.", mesmo inconscientemente, se atribui à restrição a culpa pela perseguição. Quando na realidade, a criança sofre agressão porque a escola é omissa.
A escola tem sim o dever de educar, no sentindo mais amplo da palavra, e cabe aos educadores identificarem esses problemas e trabalharem para que sejam corrigidos.
É claro que essa tarefa não é única da escola, prevenir e combater o bullying é um trabalho grande e que requer a participação de toda comunidade escolar, a família é peça fundamental.
O bullying é um pedido de socorro, de atenção do agressor. Então a escola precisa olhar com cuidado e atenção esse comportamento.
A escola tem o dever de informar as famílias, tanto da vítima como do agressor. 
As famílias precisam ser envolvidas, orientadas, e se preciso encaminhas para profissionais que possam ajudá-las.
Mas porque a escola tem que fazer isso?
Porque é responsabilidade da escola garantir a segurança de seus alunos.
Somos todos diferentes, e educar e formar cidadãos inclui ajudá-los a aprender a conviver com as diferenças.

E quando o bullying parte do educador?

Essa parece uma situação surreal, mas acontece com certa frequência.
Já escrevi um pouco sobre isso nos textos Procura-se escola que goste de crianças e Recomeçar
Nestes casos, infelizmente a melhor saída é procurar uma nova escola, pois geralmente o educador está alinhado com a direção da escola e dificilmente poderá ser feita alguma mudança.
É triste pensar que existem escolas e educadores que agem dessa forma, e que não são tão raros como gostaríamos. 

"No escola me apelidavam de tudo e eu apelidava de tudo também, e ninguém sofria de bullying.". Será mesmo?

Será que esse comportamento realmente não trouxe consequências?  Quantas pessoas da nossa geração sofrem de depressão, ansiedade e outros transtornos?
Será que aquele chefe que maltrata os funcionários não vivenciou na infância o bullying?
Eu acredito que precisamos refletir mais sobre o que fazemos e falamos, e que possamos ser pessoas melhores, e assim oferecer um mundo melhor aos nossos filhos, com mais respeito e amor ao próximo.

25 de abr. de 2014

Bolo de maçã

Na Páscoa a escola fez uma comemoração, e a professora sugeriu mandar uma colomba pascal sem glúten.
Eu nunca experimentei uma colomba pascal, mas meu marido me disse que é muito parecido com panetone.
Aqui em casa, panetone não faz sucesso. Então o jeito foi pensar em uma alternativa.
E surgiu a ideia do bolo de maçã!
Depois de alguns testes, o resultado foi esse, massa bem macia e perfumada.
Coloquei maçãs por cima do bolo e também pedaços de maçãs misturados na massa.
Tentei deixar o bolo com carinha de colomba pascal, não sei se consegui. Mas ficou bem gostoso.
A receita é simples e fácil. Só o tempo de forno que é um pouco maior que o de costume, porque tem que ser forno baixo para não queimar as maçãs. 
O bolo pode ser servido quente ou gelado, fica ótimo das duas maneiras.
Ah! E quem é vegan não foi esquecido!
Os ovos podem ser substituídos por linhaça, o resultado é o mesmo, porém o bolo cresce um pouco menos.
Ah! E quanto a festa na escola, a professora disse que o bolo foi um sucesso!

Bolo de maçã

Ingredientes

3 ovos ( ou 3 col. de sopa de farinha de linhaça dourada)
1 e 1/2 xíc. de farinha de arroz
3/4 xíc. de açúcar mascavo
3/4 xíc. de leite vegetal ( usei de amêndoas)
1/2 xíc. de resíduo do leite vegetal (opcional)
3/4 xíc. de óleo (usei girassol)
5 maçãs
1 pitada de sal
1 col. sopa de fermento


Modo de fazer

Unte e enfarinhe, com farinha de arroz, a assadeira.
No liquidificador bata todos os ingredientes líquidos.
Acrescente uma maçã descascada e picada, o açúcar, o sal e a linhaça, se optou por fazer a receita sem ovos. Bata até a maçã sumir.
Coloque a farinha e misture bem. Por último adicione o fermento e use o botão de pulsar.
Descasque as maçãs, pique duas maçãs em cubinhos e misture na massa com uma colher.
Despeje a mistura na assadeira.
Descasque e corte duas maçãs em formato de meia lua e distribua por cima da massa na assadeira.
Polvilhe um pouco de açúcar por cima das maçãs.
Asse em forno pré-aquecido, temperatura baixa, por 60 min. ou até o teste do palito ficar ok.

14 de abr. de 2014

Doença celíaca no jornal da APCD


Na edição de abril do jornal da APCD, Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas, saiu uma matéria sobre doença celíaca e fui uma das entrevistadas.
Fiquei muito agradecida com o resultado do trabalho da jornalista, uma matéria muito informativa e que interessa a muita gente. Parabéns!!
Você pode ler a matéria logo abaixo.


Para saber mais:
Dentistas podem auxiliar no diagnóstico da doença celíaca