Bolinho sem glúten e vegan

Bolinho de abobrinha, sem glúten, leite e ovos. Receita fácil e que as crianças adoram fazer e comer.

Panqueca

Massa versátil e fácil.

Cuscuz paulista

Uma receita original, sem glúten, sem leite e sem ovo.

Hambúrguer com legumes

Receita ideal para crianças que tem dificuldade de comer legumes.

Pão sem glúten e vegan

Pão sem glúten, leite e ovos. Receita super fácil!

Entender para fazer

Série de publicações que dão dicas de como receber bem alguém com restrições alimentares. Simples e fácil.

Você não tem cara de celíaco.

Mas será que celíaco tem cara?

Mostrando postagens com marcador Campanhas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Campanhas. Mostrar todas as postagens

9 de mar. de 2016

Campinas: 5ª Caminhada pela inclusão - 2016


No dia 20 de março acontecerá a 5ª Caminhada pela inclusão , promovida pelo CEESD, Centro de Educação Especial Síndrome de Down.

O objetivo da caminhada é reunir pessoas com Síndrome de Down, familiares, amigos e simpatizantes da causa para juntos divulgarem a importância da inclusão social.
Eu e minha família participamos pela primeira vez o ano passado e foi muito divertido. Foram 1,5 mil participantes!
Quem quiser adquirir a camiseta da caminhada e dessa forma também ajudar a arrecadação recursos para o CEESD, entre em contato com a Marta pelo WhatsApp (19) 98800-1747

Porque o blog apoia esse evento?
Essa é uma dúvida frequente, e a resposta é simples.
O Quitanda sem glúten tem entre os seus objetivos promover o respeito entre as pessoas e conscientizar da importância da inclusão social. Esses objetivos vão muito além dos celíacos, precisamos pensar em uma sociedade inclusiva para todos, independente das limitações e diferenças.
A informação é a melhor forma de acabar com o preconceito.

7 de out. de 2015

TELETON 2015 - Vamos ajudar a AACD transformar vidas!


Apoio o TELETON desde o seu início no Brasil, porque admiro a AACD.
A AACD é uma entidade filantrópica que realiza 1,5 milhão de atendimentos por ano. São 13 unidades espalhadas por todo Brasil,
Muitos brasileiros são beneficiados por esses atendimentos, não somente crianças, mas jovens e adultos também.
Este ano resolvi fazer uma publicação aqui no Quitanda sem glúten, para incentivar as pessoas a doarem e apoiarem os projetos da AACD.
O TELETON é um programa de TV que vai ao ar nos dias 23 e 24 de outubro, e que o objetivo é arrecadar doações para a AACD. As doações podem ser feitas por telefone.
Mas não é só através do TELETON que podemos auxiliar a AACD, durante todo o ano são disponibilizados outros meios para doação, você pode doar sua Nota Fiscal Paulista, redirecionar parte do imposto de renda devido, pode doar produtos, ou ainda pode ser um voluntário.
Para conhecer mais sobre o trabalho realizado na AACD e escolher a melhor forma de ajudar, acesse o site da AACD





23 de mai. de 2014

Assine o manifesto para garantir alimentos seguros


Na realização do teste de glúten em alimentos, a PROTESTE encontrou um produto que diz não conter glúten, mas que, na verdade, tem. Isso representa um grande risco para as pessoas com doença celíaca! Por isso, a PROTESTE precisa da sua ajuda e da sua assinatura para pressionar a Anvisa a determinar a concentração máxima de glúten em produtos que se denominem “livres de glúten”. 

Assine o manifesto para garantir alimentos seguros!
Para assinar clique aqui.

13 de abr. de 2014

Contaminação cruzada: como empresas irresponsáveis podem afetar a sua saúde



Quando mudei de Belo Horizonte para São Paulo trouxe um estoque de farinha de arroz de um produtor da minha confiança. Porém em janeiro a farinha acabou e tivemos que comprar por aqui mesmo.
Optamos por uma marca de farinha de arroz bem conhecida no mercado.
Em fevereiro, resolvi adiantar um pouco o meu check-up anual, pois não estava me sentindo muito bem.
Nenhum sintoma grave, apenas um cansaço enorme e queda de cabelo.
Neste mesmo período, meus filhos pareciam mais agitados e birrentos, mas eu coloquei isso na conta do minha fadiga, achando que eles pareciam estar mais agitados porque na verdade eu que estava mais cansada.
Meus exames estavam quase todos normais, exceto por uma alteração em um exame, relacionado ao aparelho digestivo e pâncreas.
Como a alteração era muito pequena, a médica me disse que provavelmente não era nada, e talvez estivesse relacionada com a doença celíaca, principalmente porque eu havia reclamado que estava com algumas lesões de DH (dermatite herpetiforme).
Procurei um gastro para tirar a dúvida, ele solicitou uma endoscopia e colonoscopia.
Percebi que a quantidade lesões de DH estava aumentado, e isso confirmava que estava havendo alguma contaminação por glúten.
Vale ressaltar que fui diagnosticada com doença celíaca em 2008, confirmando o diagnóstico com biópsia do intestino. Desde então, faço rigorosamente a dieta sem glúten, e todas as endoscopias  e biópsias que fiz durante todos esses anos, nunca apresentaram alterações. 
Porém na endoscopia desde ano, a biópsia identificou alterações compatíveis com doença celíaca. 
Conversando com algumas pessoas, descobri que a farinha de arroz que comprei aqui em São Paulo estava sob suspeita, pois surgiram outros casos de celíacos que voltaram a apresentar sintomas após um período de consumo.
Parei imediatamente de consumir a farinha, e em duas semanas, vimos melhoras. As lesões da pele que aumentavam dia após dia, começaram a cicatrizar, a dor abdominal passou e comecei a me sentir um pouco melhor.
Meus filhos recuperaram o bom humor e ficaram mais calmos também.
Escrevo este texto três semanas após suspender o uso da farinha de arroz contaminada, e o que posso dizer é que aos poucos estamos voltando a nossa rotina e a nossa normalidade.
Estou contanto tudo isso para mostrar o quanto o descaso de uma empresa pode afetar a vida de uma família.
Além do gasto de tempo e dinheiro com os exames e consultas, ficamos bastante estressados. A recuperação de uma contaminação cruzada nunca é fácil, principalmente quando se fica exposto por um longo período, como nós ficamos.
Embora as empresas saibam do risco de oferecer produtos contaminados por glúten para consumidores celíacos, elas  não se importam, não se sentem responsáveis pela nossa saúde.
Essas empresas se escondem atrás da falta de uma definição de limites da quantidade de glúten permitida nos alimentos. Por isso é tão importante participar de campanhas que defendem rótulos mais claros, como a Põe no Rótulo e a campanha promovida pela FENACELBRA em parceria com a Proteste.
A #PoeNoRotulo pede que os rótulos sejam claros em relação a ingredientes que podem provocar alergias, como leite, ovo, amendoim,etc. Informando inclusive se há presença de traços desses ingredientes.
Já a campanha da FENACELBRA, "Alimentos seguros para os celíacos", propõe que para que um alimento seja considerado isento de glúten, seja respeitado o limite de 10ppm de glúten. Esse limite já existe em outros países, como a Argentina.
Para acompanhar e apoiar a #PoeNoRotulo você pode acessar  Põe no rótulo, lá há uma série de informações importantes a respeito de rotulagem, produtos e cuidados.
Para assinar a petição da FENACELBRA e saber mais sobre a campanha, acesse Alimentos seguros para os celíacos.
Somente nos unindo e nos organizando podemos exigir que os nossos direitos de consumidores sejam respeitados, não podemos continuar a mercê de empresas irresponsáveis.


2 de abr. de 2014

2 de abril: tudo azul!

Dia 2 de abril é o dia mundial da conscientização do autismo, e a cor deste dia é azul.
Até ser diagnosticada com doença celíaca, eu não tinha ideia do que é o autismo.
Porém, por conta de um livro maravilhoso, escrito por uma mãe super dedicada e batalhadora, aprendi um pouco sobre o autismo, e aprendi principalmente que os problemas surgem, mas a diferença está em como você se posiciona diante deles, como enfrenta as dificuldades.
O livro é Autismo, esperança pela nutrição, da Claudia Marcelino. Super recomendo esse livro, não só para quem precisa fazer dietas restritivas, mas também para quem quer entender um pouco sobre o assunto.
A partir deste livro, passei a ler mais sobre o assunto, a conhecer famílias de autistas, e percebi o quanto estamos desinformados sobre tudo isso. 
E a falta de informação gera muito preconceito e sofrimento para o autista. 
E eles não são poucos, segundos estatísticas americanas, a incidência é 1 em cada 68 crianças
E não sabemos conviver com eles, não entendemos o que essas famílias precisam, não sabemos nem como é feito o diagnóstico...
Então que o dia de hoje seja para levar a informação para todos, que mais pessoas possam começar hoje a entender um pouco mais sobre o autismo, e entender principalmente que o autista não vive em um outro mundo, ele está aqui, conosco e precisa da nossa atenção, respeito e ajuda
Beijos azuis!!!

Para saber mais:


Cozinha sem glúten e sem leite - Claudia Marcelino


Lagarta vira pupa